domingo, 15 de abril de 2012

"Que bonita a sua roupa, que roupinha muitcho louca"!

Não lembro quantos anos eu tinha, mas eu gostava de me vestir. Pegava roupas aleatórias (em geral que não eram minhas) e me vestia (de qualquer coisa). Minha mãe com isso sismou que tinha uma estilista dentro de mim. Dessa sisma dela eu sismei que queria uma roupa de bailarina. Não sei bem o que eu ia fazer com uma roupa de bailarina, mas enfim... O certo é que no meu bairro tinha uma escolinha de balé e eu as vezes ia lá invejar a roupa das meninas. Minha mãe disse que me daria a roupa só se eu fizesse balé. Então lá fui eu fazer balé. Ai você pergunta: na escolinha do seu bairro? Não sei porque cargas d’água eu fui parar na escola de balé mais ferrada de todo o Rio de Janeiro. Né? Tinha até boletim. Onde estranhamente minhas notas só eram baixas em comportamento. Tsc, tsc, tsc. Depois de dois anos desisti das aulas e daquele figurino lindo porque, né? Não tinha uma bailarina dentro de mim (até porque nunca fui esforçada, nem comportada e nem nada do tipo). Mas aonde eu quero chegar com essa história? Pera lá...

Na mesma época eu me apaixonei por um troço chamado cinema depois que assisti O Casamento de Muriel porque a Toni Collette é uma puta atriz que emociona e é minha atriz preferida desde então e bla bla bla bla blá (é, nem eu me aguento mais falando da Toni). Na mesma época mais ou menos assisti a um outro filme que me tocou muito, Vem Dançar Comigo (“Viver com medo é viver pela metade” virou a frase da minha vida por causa desse filme). E o figurino de Vem Dançar Comigo é divino (pra mim na época pelo menos era – adoro as roupas dos competidores por mais cafona que pareça). E talvez ali naquele filme (não conscientimente) eu entendi a função do figurino em um filme e na vida.

Os anos 80 já tinham passado. Ou seja, aquela moda estranha (pra não dizer falta de moda) tinha passado. Onde todo mundo tinha uma blusa do Mickey (onde eu duvido muito que todas aquelas pessoas gostassem do Mickey). Era época onde a roupa que você vestia podia sim passar uma mensagem. A roupa que você está vestido pode dizer se você tem ou não atitude, se você prefere beleza ou conforto, pode até dizer se você se importa com o que veste.

Hoje em dia as camisetas dizem literalmente a mensagem a qual queremos passar. Desde as tão conhecidas camisetas de banda, como camisetas como estampas de seriados, filmes, desenhos animados e até as que trazem mensagem engraçadinhas.

O ator Rupert Grint além de ser conhecido como o ruivo Ron Weasley amigo de Harry Potter também tem a fama de ser um dos famosos com as camisetas mais legais da face da terra:


Clicou o Rupert, pod ever que em geral ele tá com uma camiseta batuta. No ramo da ficção nenhum personagem tem o guarda-roupa tão invejável (pelo menos pra mim) quanto o cientista de Big Bang Theory, Sheldon Cooper, vivido pelo ator Jim Parsons:


A cada episódio Sheldon sempre aparece com uma camiseta nova show de bola.

E demos essa volta toda pra onde eu queria chegar: nas camisetas. Opa. Sentido esse post? Nenhum faz (mestre Yoda faz discipulos). Eu só queria fazer uma seleção de camisetas maneiras de vi pela net porque quem me conhece sabe que eu AMO camisetas (principalmente as que trazem algum dizer divertido).


O Q-Vizu do Rio de Janeiro tem camisetas divertidas pra todas as idades.


De Belo Horizonte O Ovo além de camisetas transadas, tem sapatos, canecas e mochilas bacanudas.



De Curitiba que vende on-line pra todo o Brasil, a Nerd Store vende apenas camisetas e canecas. Mas é uma mais legal que a outra.


Outra que vende on-line e que tem camisetas fodasticas é o Chico Rei.

Hoje em dia tem zilhões de lojas que vendem camisetas nesse estilo. Citei só essas com foto pro post não ficar “xigante”, mas tem outra mais que eu conheço: Camiseteria, Melancia Quadrada, Smile, Hot Topic, Spencer’s e por ai vai... Qual é a sua preferida???

Meu beijo, Menina Que Chove

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Holden Caulfield encontra Princesa Leia em 1984!

Então... Em vez de fazer resenha e comentários de “Em Chamas” e “A Esperança” ou até mesmo fazer um texto comparando “Jogos Vorazes” a “Battle Royale” (sorry se alguém comprou JV achando que a plot do livro era crianças dentro de uma arena se matando igual a BR porque quem leu suas continuações sabe que não é). Ou até fazer uma análise com George Orwell (nós não precisamos disso e como já disse, a plot do livro não é bem essa). O livro é uma distopia. E pra que servem as distopias? Um alerta. Pois bem, parei pra pensar quando avaliei o filme e os livros. Com certeza não gostei do fim de nenhum dos livros (o fim de “Jogos Vorazes” te prepara pra “Em Chamas”, o fim de “Em Chamas” te prepara pra “A Esperança” enquanto o fim de “A Esperança” é qualquer coisa sem sentido que deixam muitas perguntas no ar), mas eu me considero fã da triologia. E o que me pegou foram os personagens. E é sobre eles que eu queria falar um pouquinho. A minha relação com esses personagens que mexeram comigo. AVISO: o post pode conter spoiler dos livros.

Katniss - Não morro de amores por ela. Assim como não costumo morrer de morrer pelos protagonistas em geral (meu coração pertence aos sidekicks – aquela velha história de que não sou chegada em protagonistas – porque, né? A gente só vê a história do ponto de vista deles e o resto dos personagens que se lasquem – então eu conto nos dedos os protagonistas que gosto de fato). Mas já que todo mundo compara JV com alguma coisa eu também vou comparar, pra mim a Katniss tem um “q” de Holden Caulfield (do “Apanhador No Campo De Centeio” – protagonista esse sim que eu amo). Acho que tão pertubada e tão perdida quanto o Holden. Se Holden estivesse em uma guerra ele com certeza seria a Katniss. E até a relação do Holden com a Phoebe é bem parecida com a da Katniss com a Prim. Fui longe, né? Entendo a raiva que ela sente de sua mãe e o zelo pelo Prim.

Peeta - Taí um personagem apaixonante. O garoto do pão, surrupiou meu coração. Tudo que ele faz, tudo que ele fala. E mesmo no amor dele pela Katniss acho ele muito lucido, muito sobrio. O oposto extremo do Haymitch. Mesmo no momento da loucura os questionamentos dele eram todos muito lúcidos. Mesmo quando ele estava com os carreristas, jamais duvidei que aquele era o jeito dele de proteger a Katniss.

Gale - Nós vivemos no mundo onde ocorre a “stephenie meyerização” das coisas. Onde nenhum livro/série/filme/ou/e/novela pode ter uma possível triângulo amoroso que já é comparado aquele troço chamado Crepúsculo. E eu achava o Gale até o terceiro livro um personagem apático. Sem entender muito aquela relação Han Solo/ Leia dele com a Katniss (a Katniss sendo o Han Solo óbvio! Hehehehe Porque, né? No livro tem um diálogo que é bem parecido com um diálogo bem conhecido de Star Wars – apenas o contexto é diferente). Ah gente Star Wars na minha veia (já que é pra comparar JV com alguma coisa bora comparar com alguma coisa de guerra pra fazer algum sentido, minha gente). Até que a Leia, ops o Gale decidiu seguir seu caminho e não ficar a mercê do que a Katniss tinha pra se decidir. Ok, há quem tem a teoria que de a Katniss jamais ficaria com ele por causa da bomba que matou a Prim, mas a opção não foi dela. Não gosto do Gale, mas entendo a relação dele com a Katniss porque acho que ele é o único que a vê como ela realmente é (com suas qualidades e seus defeitos).

Haymitch - Meu adorável pinguço. Taí um personagem que eu gostaria de saber mais sobre a vida. Porque 3 livros se passam e quase nada descobrimos sobre ele. Adoro o senso de humor sarcástico. Adoro quando ele fala pra Katniss antes do massacre quaternário que já que no primeiro jogo ele tentou deixar a garota viva, nada mais justo que dessa vez ele tente deixar o garoto vivo (tendo em vista que ele poderia ser o “garoto”). Essa frase resume o sarcasmo do Haymitch.

Rue - Oh Rue! Tão difícil falar de uma personagem que me conquistou desde o primeiro segundo. É difícil sequer imagir a história dela e como ela foi levada até aquela mortal arena. Fora que acho que a história tem um ganho com a Rue. A partir do ponto que a Katniss resolve fazer a coroa de flores que ela entende de fato as palavras do Peeta antes do jogo, de não ser apenas uma peça nas mãos da capital.

Cato - É um dos personagens que eu mais detesto em toda a saga. Não há Snow e Coin que me façam detestar mais que o Cato. Ele é o personagem que me puxa pra vida real porque conheço uma pessoa igualzinha a ele. É uma peça no jogo dos outros, mas que se acha superior. Confesso que tenho medo de pessoas que dizem gostar dele ou que tem ele como personagem preferido. Assim como também confesso que depois que decobri que alguns dos pacificadores eram do distrito 2, medo definiu.

Fox Face - A cara de raposa teve uma estratégia interessante de sobrevivência na arena. Se nos dermos conta ela foi uma das últimas a morrer. O único carrerista que morreu depois dela foi o Cato. Clove e toda aquela trupe toda morreu antes dela. E ela só morreu por causa da sua esperteza. Fox Face é o extremo oposto do Cato, mas ambos perderam o jogo. Interessante pensar que pra autora que na arena inteligência demais ou arrogância demais te levam à morte (e fazendo uma analogia talvez da arena com a vida). Qualquer coisa em excesso é um ponto fraco.

Mãe da Katniss e da Prim - Fofinha #NOT Se o Cato, Snow, Coin e cia (vibe carreristas em geral) eu apenas eu detesto, essa é a personagem é pra quem eu direciono meu ódio na história. E eu poderia dar zilhões de exemplos aqui do porquê eu considero ela uma das personagens mais filhas da puta de toda saga, mas em vez disso, eu vou lhe (pra você que tá ai do outro lado da tela) fazer apenas uma pergunta. Uma pergunta referente à conversa que a Katniss teve com o Gale no começo do livro Jogos Vorazes. Se você que está ai tranquilo em 2012 estivesse naquele futuro de merda, morasse na Panem, ou melhor, morasse em um dos distritos que não o 2, e de fato existissem de fato os jogos vorazes, você teria filhos?

Snow - Snow é um vilão diferente do que se está acustumado a se ver por ai (sim, eu ainda acho que ele é o vilão de “Jogos Vorazes” e de “Em Chamas”). Primeiro que pra uma trilogia se esperava que ele fosse o vilão da saga toda (o que não é). E segundo que há 74 anos atrás quando houveram os dias escuros não foi ele quem criou os jogos, quando ele atingiu o o status de presidente, ele apenas proseguiu com os jogos para legitimar seu poder (não estou dizendo que é certo – estou apenas colocando o ponto de vista do personagem – porque se o ponto de vista do vilão não for forte, a história não rende). Isso tudo até ele dar de encontro com nosso querido Peeta. Porque a Katniss pode ser o Tordo (ah reclamem da tradução o quanto quiserem, mas minha função aqui não é essa), mas pra mim tudo partiu da conversa que a Katniss teve com o Peeta no telhado (e mais tarde da morte da Rue). No entanto ele quem é o vilão porque é ele quem envenena e quem ameaça.

Cinna - Engraçado que quando a Tigris apareceu lá no finzinho da história o primeiro personagem que eu me lembrei foi o Cinna. Porque quem sabe se o Cinna tivesse sobrevivido, o destino dele não tivesse sido o mesmo que ela teve. Irônico é que o Cinna tenha morrido antes do massacre quaternário para desestabilizar a Katniss, mas o Snow não contava com os planos do Cinna pro tordo. Engraçado que tanto ele quanto a Rue mesmo mortos ainda tem uma importância imensa na história. Sem Cinna quem seria o tordo??? E sem Rue haveria tordo??? É o personagem com quem eu mais me identifico.

Johanna - Ah, eu amo Johanna. Não vejo as pessoas falando muito dela, o que sinceramente acho uma pena. Um personagem rico pra análise. Outro personagem que eu gostaria de saber mais a história. Johanna é a prova viva de que o tempo pode passar, mas não quer dizer que a gente se conheça mais. Porque quando ela fala pra Katniss na arena que o Snow não tem quem usar contra ela porque ela não ama ninguém, me pareceu que a autora quisesse que a personagem soasse amargurada. Quando na verdade eu lendo o livro acredito que quando ela disse isso, ela apenas quis dizer que não amava ninguém expecificamente (talvez porque os que ela amava os foi tirado assim como Haymitch), mas pra mim não quis dizer que ela não tinha amor. Porque se ela não tivesse amor, ela simplemente não tinha entrado naquele plano maluco do Haymitch. Se ela fosse mesmo amargurada como a autora deu a impressão, Johanna apenas seria mais uma dos carreristas. E não estaria lutando por uma causa.

Finnick - Eu não posso falar do Finnick sem chorar. Por isso deixei ele por último. Se a Rue desde o centro de treinamento nos cativou desde o primeiro segundo, com Finnick foi o oposto. Quando ele apareceu oferecendo açúcar, senti uma antipatia imediata pelo personagem. Ai quando surgiu a história do tridente, um frio me subiu pela espinha e eu podia jurar que ele era uma copia mais velha e mais porca do Cato. Mais o Finnick está lá pra provar que a primeira impressão nem sempre é a que fica. E ele salvou o Peeta e foi me cativando. Quando a história com a Annie apareceu ainda dentro da arena, ele já tinha me conquistado. E é isso que faz do Finnick um personagem sensacional: ele te conquista aos poucos. Ele não muda. É a sua visão do personagem que muda. Se eu sou team Peeta ou team Gale? Sou team Finnick! ;)

Queria terminar o post com dois videos que achei na net. O primeiro é o do PH Santos (ex- Rapaduracast) fazendo uma análise do filme Jogos Vorazes.



E eu concordo com o PH, o grande lance do filme é ele ser vendido pra todas as idades. Porque as crianças vão gostar do corre-corre, do fogo e da ação e os adultos vão gostar do lado político que pode ser aprofundado nos outros filmes e nos livros.

E o segundo é a ida de duas vlogueiras que eu gosto a Gabbie e a Sangerine pra pré-estréia de Jogos Vorazes e que ficou engraçado o video.



Eu super entendo a Gabbie porque, né? Porque quando eu fui assistir na cena em questão eu também fiquei: “cadê a p*rra do casaco?” rs.

Era isso... rs...
Meu beijo,
Menina Que Chove

terça-feira, 3 de abril de 2012

Top 100 Favorite Characters!

100- HAL - 2001: A Space Odyssey (movie)
99- Fox Face – The Hunger Games (book)
98– Damien – Mean Girls (movie)
97- Mushu – Mulan 1 and 2 (movie)
96- Scar – The Lion King (movie)
95-Eric Van Der Woodsen – Gossip Girl (sitcom)
94– Policarpo Quaresma – Policarpo Quaresma, O Herói Do Brasil (movie)
93– Mercedes – Divã (book)
92- Ludovic Fabre – Ma Vie En Rose (movie)
91– Alma - Brokeback Mountain (movie)
90– Fran - Strictly Ballroom (movie)
89– Mari – Viva Voz (movie)
88- Antonio Salieri – Amadeus (movie)
87- Minny Jackson - The Help (movie)
86- Dr. Emmett Brown - Back To The Future (movie)
85– André - O Homem que Copiava (movie)
84– Frenchy – Grease (movie)
83- Ivan Canabrava / Gustavo Flávio - Bufo & Spallanzani (book)
82 - Beatrix Kiddo - Kill Bill (movie)
81- Duca - Meu Tio Matou um Cara (movie)
80- Sid - Ice Age (movie)
79- Bleeker – Juno (movie)
78- Haymitch - The Hunger Games (book)
77- Berenice – Sangue Fresco (book)
76– Dobby – Harry Potter (book)
75– Vani – Os Normais (sitcom)
74- Jo Harding – Twister (movie)
73- Bailey - The Sisterhood of the Traveling Pants (movie)
72- Beatrix Potter - Miss Potter (movie)
71- Marlúcia – Caixa Postal 1989
70- Iris Simpkins - The Holiday (movie)
69- Sue Sylvester – Glee
68- Olive Hoover - Little Miss Sunshine (movie)
67- Raimunda – Volver (movie)
66- Noronha - Os Sete Gatinhos (movie)
65- Mike Wazowski - Monsters Inc. (movie)
64- Benjamim / Palhaço Pangaré - O Palhaço (movie)
63- Maurice – Good (movie)
62- Jerry - Be Kind Rewind (movie)
61- Chewbacca – Star Wars (movie)
60- Andrea Caracortada – Kika (movie)
59- Clarissa Vaughan - The Hours (movie)
58- Andromeda \'Anna\' Fitzgerald - My Sister's Keeper (movie)
57- Jamie - Mad About You (sitcom)
56- Paul - Mad About You (sitcom)
55- Trevor McKinney - Pay It Forward (movie)
54- George Weasley – Harry Potter (book)
53- Dr. Frida – Adorável Psicose (sitcom)
52- Mary Horowitz - All About Steve (movie)
51- Agrado - Todo Sobre Mi Madre (movie)
50- Val - Hollywood Ending (movie)
49- Vanessa Wetherhold - Smart People (movie)
48- Clarice Starling - The Silence of the Lambs (movie)
47- Zé Carioca - Saludos Amigos (movie)
46- Egon Spengler – Ghostbusters (movie)
45- Miranda Hobbes - Sex and the City
44- Tiffany - Bride of Chucky (movie)
43- Georges - Green Card (movie)
42- Cecilia - The Purple Rose of Cairo (movie)
41- Quincas Borba - Memórias Póstumas (movie)
40- Rick Ricardo – I Love Lucy (sitcom)
39- Lucy - I Love Lucy (sitcom)
38- Fred - I Love Lucy (sitcom)
37- Baratinha - Wall-E
36- Kate - French Kiss (movie)
35- Fozzie - The Muppets
34- Gonzo - The Muppets
33- Albus Dumbledore – Harry Potter (book)
32- Palhaço Olímpio - Jogando No Quintal
31- Johanna Mason - Catching Fire (book)
30- Cinna - Rue – The Hunger Games (book)
29- Palhaço Adão – Jogando No Quintal
28- Molly Weasley – Harry Potter (book)
27- Ethel – I Love Lucy (sitcom)
26- C-3PO – Star Wars (movie)
25- Finnik Odair - Catching Fire and Mockingjay (book)
24- Kurt Hummel – Glee (sitcom)
23 – Olivia Joules - Olivia Joules and the Overactive Imagination (book)
22- Werther – Werther (book)
21- Sheryl Hoover - Little Miss Sunshine (movie)
20– Celeste – Caixa Postal 1989 (book)
18- Samantha Albertson - Now and Then (movie)
17- Edith - Despicable Me (movie)
16- Benigno Martín - Hable con Ella (movie)
15- Sebastian - The Little Mermaid (movie)
14- Jafar – Aladim (movie)
13– Joey Tribbiani – Friends (sitcom)
12– Chandler Bing – Friends (sitcom)
11– Phoebe Buffay – Friends (sitcom)
10– Phoebe Caulfield - The Catcher in the Rye (book)
9– Sheldon Cooper – The Big Bang Theory (sitcom)
8- Genius - Aladim (movie)
7- Holden Caulfield - The Catcher in the Rye (book)
6 – Rue – The Hunger Games (book)
5- Peppermint Patty – Charlie Brown
4 – Severus Snape – Harry Potter (book)
3- Yoda – Star Wars (movie)
2- Luna Lovegood – Harry Potter And Phoenix Order, Harry Potter And Prince Half Blood and Harry Potter And The Deathly Hallows (book)
1- Darth Vader – Star Wars (movie)

domingo, 1 de abril de 2012

VAP!

Então que o antigo The Five virou Virando A Página e mais: é o clube do livro oficial da Saraiva. Eba! O primeiro encontro do VAP (virando A Página) aconteceu nesse sábado na Saraiva do shopping Pátio Paulista em Sampa. O tema: Jogos Vorazes. Tinha como eu ficar mais empolgada???? Não. Então lá fui eu prestigiar o primeiro que eu acredito de muitos dos próximos encontros do VAP. :)


Eu adoro esse símbolo! Ficou tão bonito. Entonces que o VAP é organizado que fofa da Clícia e pelo querido do Will. E eles tem ajuda de uma galera maneira. E ai que eu fui no ritmo do clube do livro mesmo (apesar que no fim das contas acho que me empolguei demais) porque eu começei a escrever um post sobre personagens de Jogos Vorazes (mas empaquei ao falar do Finnick) e no dia anterior ao evento, começei a ler A Filosofia Por Trás Dos Jogos Vorazes (engraçado que o ponto que eu li desse livro até a hora do evento não foi tocado no assunto sobre JV ser um alerta e eu não me atrevi a falar isso porque poderia soar como se eu fosse pessimista demais – o que as vezes eu acho que sou de fato). Mas enfim... Seguindo falando do evento. Achei muito legal.

Will e a Clícia falando durando o evento

Todo mundo que chegava, assinava a presença (anotando o mail), colocava seu nome pra colheita (sorteio), ganhava uma cartinha fofa assinada pela Clícia e pelo Will e ganhava um adesivo de um distrito aleatório pra participar das brincadeiras. O pé mais gelado da face da terra aqui ganhou o distrito 6 (de whatever personagens).

O evento começou com a Clícia e o Will dando boas vindas e apresentações e talz. E ai um moço (ai desculpa ai gente – problema pra guardar nome que é uma beleza), professor de história fez uma análise sobre a história dos Estados Unidos (o fato da autora ser americana), Roma e Jogos Vorazes. Que eu achei muito interessante. E é o que ele falou, uma hisória não precisa ser inédita, ela só precisa ser boa. E tanta gente compara Jogos Vorazes a tanta coisa. E reclama que já viu isso e aquilo, então, inédito não é, mas é bom.

Professor de história que fez análise de Jogos Vorazes

Mesa com os brindes – essa ecobag foi a Clícia quem fez

Marcador de página de “Em Chamas”! Todos surta!

Coisa mais Linda do mundo esse porta-treco da “A Esperança”

Ai separaram todo mundo que pegou o mesmo distrito. No meu grupo tinha eu e mais 3 meninas. Ai sentamos num circulo. A primeira prova era jogo dos sete erros. 4 imagens e achar 7 erros em cada uma delas. Eu dei azar porque na ponta que eu fiquei a imagem ficou de cabeça pra baixo, a imagem era a mais escura e a maior parte do tempo as luzes estavam semi-apagadas. Ainda assim achei 2 erros. Quando as luzes se acenderam achei mais 2. Os outros 3 uma outra guria do meu grupo que achou e entregamos a tempo. A segunda brincadeira foi palavras cruzadas. Eu de cabeça pra baixo de novo. Tava me sentindo uma inutil. Ai uma delas sabia que a resposta era Haymitch, mas não sabia como escrevia. Fui lá eu catar no livro como escrevia, mas péeeeeeeeeeee... Não podia... rs. Ops, guarda o livro, mas ai a gente já tinha anotado. De novo entregamos a tempo. O quarto jogo foi caça-palavras. Precisa dizer que tava de cabeça pra baixo pra mim? Então, mas eu amoooooooo caça-palavras (minha atividade favorita dos almanacões da vida). Mesmo de cabeça pra baixo achei umas duas ou três palavras. E até então estavamos empatadas em 1º lugar com um outro distrito lá. E ai a última prova falhó. Rs. Era pra ligar o distrito a seu produto principal. E ai que eu só sabia o do 11 (agricultura), o do 12 (mineração) e o do 6 (transporte) – porque tinha um adesivo nas nossas roupas com o simbolo do 6. O resto foi na base do chute. Assim ficamos empatadas em 2º lugar com mais 2 distritos (e mesmo se tu me perguntar agora, eu não vou saber responder... rs).

Já falei que meu pé é gelado? Então... Sorteio pra quem dos segundos lugares levava os kits das canecas e adivinha qual o único distrito que não saiu? Hã ran... O 6... rs... Mas noise eramos 4 e gamos o kit de bloquinho de tem ** marcador de “Em Chamas” ** e a pessoa surtou quandou viu. Coisa mais linda do mundo! E ainda tinha ** livreto de Jogos Vorazes ** (morri ^^) e adesivo do ** Pingo ** (o cachorrinho fofucho da Clícia).

Kit do bloquinho ^^

E no fim do evento todo mundo ganhou um potinho com duas balinhas em formas de amoras. Coisa mais fofa (não, a idéia não era se matar todo mundo junto, mas sim dividir as amoras... rs).

Vai uma amora ai?

E todo mundo ganhou um capítulo de “O Circo Da Noite” (que é o livro do próximo VAP junto com “Água Para Elefantes”) e uma carterinha do clube do livro (pra levar sempre que for a um evento do clube). E a Clícia me deu uns mimos (um button lindo do “garoto do pão” e marcadores um mais tchuco que outro).

Tá acabando…!

Mimos! Amei!

Queria agradecer a Clícia e o Will. O evento foi muito legal mesmo. Obrigada por me receber com tanto carinho. Me divertido e que esse seja o primeira de muitos VAPs.

Onde encontrar o VAP:

A Live: Todo ultimo sábado do mês da Saraiva (normalmente na do shopping Pátio Paulista) em São Paulo
Twitter: @ClubeVAP

Facebook: Clube Virando A Página

Meu beijo,
Menina Que Chove

sexta-feira, 23 de março de 2012

Adaptação!

Tirando “O Diário de Bridget Jones” é a primeira vez que eu vou ver um filme cujo o livro eu li ANTES (todos os livros que viram filmes que li foram depois de ter visto os filmes). Mas aconteceu diferente. Com Bridget Jones eu conheci o livro, li, li a continuação e ai veio o filme muito tempo depois. Eu já era ultra mega fã quando fui ver o filme na pré-estréia. Com Jogos Vorazes aconteceu diferente. A capa do livro não me dizia a que vinha, o título não me agradava e eu não tinha estímulo. 200 vezes vendo o trailer meu estímulo foi criado ao menos para ver o filme. Tanto me falaram que comprei o livro pra ler quem sabe algum dia. Ai quando começou a vender os ingressos pro filme (duas semanas antes) comprei. Fui viajar e sentada no aeroporto comçei a ler não esperando muita coisa. Quando fui ver não conseguia mais me desgrudar do livro. Li rapidim. Um pouco mais lenta foi a lida de “Em Chamas” (segundo livro da série). Fui ver o filme sem ter lido a parte 3 de “A Esperança” (terceiro livro da série).

Então senta que lá vem a opinião sobre o filme. O post podem conter spoiler do livro ou do filme. Então se você não leu ou não viu o filme e se incomoda com isso, pare de ler aqui.

Ainda tá comigo? Ótimo então. Eu dei 4 estrelas no Filmow mais pelo caracter sentimental do livro do que pelo filme em si. Primeiro vamos as escolhas dos atores. Vi pessoas acusando a Jennifer Lawrence de ter cara de sem sal, mas se me permitem, acho a Katniss sem sal, então pra mim tá perfeita pro papel. O que mais me incomodou foi a atuação do Josh Hutcherson (que eu tinha adorado a performance dele em “Viagem 2 – A Ilha Misteriosa”) que não mostra nem 10% do carisma do Peeta. Na verdade ele transformou o Peeta num mongol gigante. Jacqueline Emerson escolhida pra representar a menina do distrito 5 tinha mais cara de raposa nas fotos divulgadas na rede do que na tela em si. E como o Josh não mostra o carisma da FoxFace. Porque a cena dela roubando comida dos carreristas só parecia uma menina correndo (não sei se pra quem só assistiu ao filme fez algum sentido). Enquanto no livro muita gente gostou dela ali, naquele momento. E eu particularmente não gostei da escolha do Lenny Kravitz pro papel de Cinna. Ele não faz jus ao carinho que Cinna tem com a protagonista.

Alguns pontos positivos no filme. Muito do que a Katniss conta no livro sobre os Jogos, no filme outros personagens ganham essas falas. Como por exemplo quem são e como agem os carreristas, no filme é explicado por Haymitch. Ponto pro filme é que como o livro é narrado pela Katniss só sabemos o que acontece aonde ela está. O filme nos dá o bônus de descobrir o que está acontecendo nos distritos e na capital enquanto na arena acontece o jogo. A Rue é minha personagem preferida e todas as cenas são lindas. A cena dela com as flores em volta é uma das mais bonitas de todo o filme. Embora eu achei que a aliança da Katniss com a Rue e os planos delas na tela não fizeram o menor sentido. Ai pecaram em não colocar a fala da Rue dizendo porque escolheu a Katniss como aliada por causa do Mockingjay e talvez uma voz-pensamento da Katniss fazendo uma ligação de Rue com a Prim.

O que eu mais queria ver no filme era como seria os rostos dos tributos mortos no céu (que nem apareceu de todos) e como se daria a “comunicação” da Katniss com o Haymitch dentro da arena.

E ai vem os pontos negativos do filme. Não gostei daquilo de bilhete porque, né? Com os bilhetes o romance com o Peeta não faz o menor sentido. Porque o bilhete mostra claramente para o público dos jogos que o romance é armado. Teria como mostrar de fato que ela entendia o que Haymitch queria dizer quando mandava alguma coisa? Acredito que não. Mas como muita coisa foi cortada preferia bilhete nenhum do que esses sem sentido. E uma cena que eu acho que era importante e que foi deixada de fora foi a cena do pão do distrito 11. Talvez a rebelião no 11 tenha sido pra substuir a cena do pão, mas que ela fez falta, fez. E depois que vi alguém escrever no Filmow que me dei conta, e a perna do Peeta??? Que venha “Em Chamas”!

Beijo, Menina Que Chove

Qual o seu trailer preferido?

Bom que eu saiba a função de um trailer é vender um filme, mas as vezes eu me pergunto se esse tipo de propaganda é bem usado. Já vi trailers que me fizerem acreditar que o filme era uma bosta (quando não era), já vi trailers que me fizeram acreditar que o filme seria incrível (quando na verdade o filme era uma bosta) e já vi trailers exibidos em excesso que me fizeram perder a vontade de ver o filme. Acho que dessas situações, a gente se sente mais lesado quando o trailer nos faz acreditar que o filme é incrível, quando na verdade não é. Como lidar com isso?

Não tem formula, né? Como diria Paulo Federal, o jeito é trabalhar a frustração e ponto. Toda vez que eu penso em trailer, penso no filme O Amor Não Tira Férias, onde o papel da atriz Cameron Diaz (Amanda Woods) é dona de uma próspera agência de publicidade especializada na produção de trailers de filmes. Muita gente pensa que fazer trailer é uma coisa boba é fácil. Eu discordo. Ao meu ver fazer trailer é uma arte que não é muito valorizada. Fazer um trailer bom de um filme bom é fácil. Mas fazer um trailer bom de um filme ruim é tirar leite de pedra. Como vender um produto que você sabe que não é grandes coisas?

Eu quero nesse post comentar alguns trailers que me deixaram incomodada por algum motivo. E acredito que eles representam uma categoria específica. Vamos a eles.




Bora começar com “A Filha do Mal”. Acredito que todo mundo que seja fã de filme de terror e que viu o trailer, ficou maluco. Eu tô incluida. E ai fui mega empolgada pro cinema. Mas ai... Descobri o motivo do trailer ser tão bom: todas as cenas boas estão nele. O resto do filme não faz o menor sentido. Trailer de jeito. Mega leite de pedra. Um dos piores filmes de terror que já vi na vida. Terminou com a sala de cinema inteira falando: jura que termina assim???

Jogos Vorazes
(O YouTube não está me permetindo incorporar o trailer de Jogos Vorazes, mas é só clicas no link acima)

A primeira vez que eu vi um trailer de Jogos Vorazes (que nem foi esse ai de cima, foi um outro mais confuso) fiquei com vontade de ver o filme e de até ler o livro antes. Só que todo lugar que eu ia lá estava o “maledeto” trailer de Jogos Vorazes me assombrando. Li o livro porque todo mundo falava super bem e pelo livro descobri que o filme não vai ser grandes coisas. Porque a parte interessante do livro são os pensamentos da protagonista. Eu fiquei com vontade de ler o livro por insistência de gente conhecida, mas pelo excesso de vezes do trailer apenas teria desistido de ver o filme.



A primeira vez que ouvi falar de Centopéia Humana foi em um dos videos do Omelete. Ouvi falar por alto. Tinha até marcado no Filmow como um dos filmes que eu queria ver. Mas ai não lembro se foi em um Nerdcast ou em um Nerdoffice que o Azaghâl viu só o trailer de Centopéia Humana e achou pertubador. Só ai que eu fui procurar assistir ao trailer. E caraca... 3 noites sem dormir?!? O que me faz querer entender. Um trailer teoricamente é pra vender um filme. Fazer você querer assistir a um filme. Sério, quem vê esse trailer e pensa: maneiro, taí um filme que eu quero ver. Eu não vi o filme, então não posso falar muito, mas acho que o trailer eles exageraram um pouco no terror. Mesmo gente que gosta de filme de terror que eu conheço e viu esse trailer, achou horroroso.



E o trailer que eu mais vi na vida. Sem sacanagem. Devo ter visto ele umas 200 vezes nas 12 horas que eu fiquei na fila pra ver o filme. O trailer passou em looping e eu entrei na sala do cinema crente que ia assistir o pior filme da saga. Porque, né? Esse trailer não diz nada com nada. Mostra um monte de cena impactante, mas não conta uma história. Parece um monte de cena aleatória. Porque quando você assiste ao filme as melhores cenas não são as de ação, mas sim as emocionais. E tirando a cena das mãos da Tonks e do Lupin (que pra quem não leu um livro e não assistiu aos outros filmes não signifa nada) não tem nada no trailer que diga: ah, esse é um filme emocionante.



E por último vamos encerrar o post com a pior propaganda da face da terra. A primeira vez que eu vi o trailer da Mulher de Preto foi esse ai de cima (a pior propaganda de todos os tempos na minha opinião) no cinema mesmo. Vamos lá? Acompanha comigo. O trailer diz: “Daniel Radcliffe, astro de Harry Potter”. Ok. Pessoas que vão/foram ver “A Mulher de Preto” por causa de Daniel Radcliffe SABEM que ele é astro de Harry Potter porque o guri não fez outra coisa de relevância na vida até então. Certo? Outro ponto, pessoas fãs de suspense talvez não liguem o nome Daniel Radcliffe a Harry Potter porque, né? Sei lá... Vai saber... Eu mesma, antes de ler/assistir Harry Potter não sabia que ele se chamava Daniel o que dirá Radcliffe, mas enfim... Seguindo a lógica. O público de suspense não é o mesmo de Harry Potter (talvez 1% goste de ambos – eu tô incluida nesse 1%). Pessoas que vêem esse trailer e ouçam o astro Daniel Radcliffe podem passar por cima da informação, mas ao ligar o nome a Harry Potter é provável que faça as pessoas desistirem de ver o filme. Preconceito existe. Eu mesmo tinha antes de ler os livros. E confesso que se não tivesse lido nada, o preconceito teria me feito desistir de assistir “A Mulher de Preto”. O que nos leva a: conheça o público para quem você está vendendo o trailer.

Quantas vezes nos sentimos enganados por esse tipo de propaganda? Quantas vezes você já teve vontade de pedir o dinheiro do ingresso de volta por causa de um trailer? Quantas vezes você não deu nada por um filme por causa da propaganda e ficou surpreso? È pra pensar!

Meu beijo, Menina Que Chove

sábado, 17 de março de 2012

Que raios de jogos são esses?


Depois de ter visto 200 vezes o trailer de Jogos Vorazes finalmente me rendi ao prazer do livro. Acreditando que tinha passado o alvoroso lá fui eu ler. Mas ledo engano. Tinha uma galera junto comigo esperando a febre passar pra ler o bendito livro, mas né? Me juntei ao galerão e li o livro numa piscadela. Senta que lá vem a história.

Estamos num futuro distante. No lugar na América do Norte está Panem, que é dividida em 12 distritos (o 13º foi desimado para servir de exemplo contra a rebeldia) e a capital. Como forma de mostrar a superioridade do governo, todo ano são promovido os Jogos Vorazes. Onde um casal de cada distrito de 12 a 18 anos é escolhido para ir pra uma arena com o objetivo de lutar até a morte. Com apenas um vencedor.

É do distrito 12 que conhecemos nossa narradora (e protagonista), Katniss Everdeen. Katniss tem 16 anos e é quem sustenta sua família Isso porque depois da morte de seu pai, sua mãe se recolheu em um poço de tristeza e sua irmã Prim, precisava de apoio. Junto com seu melhor amigo Gale, Katniss, vive da caça ilegal da periferia do distrito chamada de Costura.

Se preparando para a 74ª edição dos Jogos Vorazes Katniss e Gale estão apreensivos pois seus nomes aparecem vezes demais na urna, mas pelo menos Prim tem um único papel pra concorrer. Mas, né? É óbvio que o destino ignora as probabilidades e é o nome de Primrose Everdeen é o sorteado. Não querendo que sua irmã participe de horrível experiência (não só pelo fato de repente morrer, mas ter que matar), Katniss se voluntaria para ir em seu lugar.

O outro escolhido é Peeta Mellark, o filho do padeiro. Que até então não tinha vinculo nenhum com nossa narradora, não fosse o fato de quando pequeno ele tenha apanhado da mãe para poder dar um pão para nossa heroina.

Os dois são levados para a capital e la conhecem sua equipe e começam os preparativos para o evento. Treinos, entrevistas e muito luxo e o que guia os tributos (como são chamados os participantes desse bizarro reality show chamado Jogos Vorazes) dias antes a ida pra arena.

A narrativa da autora Suzanne Collins é envolvente. Nos deixa grudado o tempo todo. Sempre ao final dos capítulos acontece alguma coisa bombastica que deixa aquela vontade de querer ler mais. O ponto fraco apenas que achei foi que pelo fato do livro ser narrado pela Katniss, o final (dela) se torna um pouco óbvio. O que é impresionante na escrita de Suzanne é que embora o livro fale de um massacre e de um futuro muito distante, ele nos faz parecer muito real, não só pela quantidade de detalhes na descrição da paisagem, mas como a maneira da narradora se referir aos outros personagens. Porque na vida real volta e meia a gente se esquece o nome de alguém e se refere a alguma pessoa por uma caracterisca. E isso é usado no livro. Como por exemplo a menina do distrito 5, que nós leitores não sabemos o nome porque a Katniss só reparou nela na arena e passou a chamá-la de cara de raposa. Talvez por isso o livro seja tão envolvente. Por mais surreal que seja, tem coisas que te puxam pra realidade. Livro é excelente com personagens fantásticos!

Bj, Menina Que Chove